Em Dezembro do ano passado, eu, minha esposa, meu irmão e minha cunhada fomos para Nova Iorque a passeio. Como sempre fazemos e assim como todo turista em NY, fomos assistir a uma peça de teatro musical na Broadway.
Assistimos “Rock of Ages”. Imperdível para quem viveu a década de 80!
O musical faz uma sátira muitíssimo bem humorada com o Hair Metal dos anos 80.
O espetáculo é o tempo todo acompanhado por uma banda de primeiríssima qualidade que, ao contrário de noutros musicais, não fica escondida embaixo do palco. Rock of Ages mata dois coelhos com uma cajadada só. É ao mesmo tempo um teatro musical e um mega show de Rock. Há todo um clima de show em um estádio (“arena”) que é potencializado pela distribuição de isqueiros falsos (de LED) e, de forma inédita, pela venda de cerveja e outras bebidas alcoólicas durante o espetáculo. Eu disse durante mesmo! Não é só nos intervalos como em qualquer outro teatro.
Por ser um musical/show de rock, a banda é praticamente um ator principal. Os integrantes da banda chegam a interagir com os atores. O show já começa com o guitarrista Joel Hoekstra solando ajoelhado na frente do palco com a cabeleira esvoaçando. O cara arrebenta do início ao fim!
Imperdível! Um dos melhores musicais que eu já assisti! E um dos melhores shows que eu já vi! Diversão em dose dupla! Eu recomendo!
I gotta feeling that tonight’s gonna be a good night
That tonight’s gonna be a good night
That tonight’s gonna be a good, good night
Outro dia desses escutei no rádio do carro uma versão em Samba da música “I gotta feeling” do Black Eyed Peas. Na hora comentei com minha esposa:
Estes caras do Black Eyed Peas são feras! Os caras fazem uma mistura de ritmos fantástica! Até Samba eles estão misturando agora! Tem até cuíca!
Sou fã do Black Eyed Peas desde quando eles fizeram uma versão junto com o próprio Sérgio Mendes da música brasileira “Mas que nada”. Tenho todos os sucessos e alguns álbuns completos deles em minha biblioteca de músicas. Tenho inclusive o álbum The E.N.D. (The Energy Never Dies) que tem a versão original da música “I gotta feeling”.
Bom, assim que cheguei em casa, entrei na iTunes Music Store para comprar esta nova versão que havia escutado no rádio. Pesquisei todos os remixes da música e, para a minha surpresa, nenhum deles era o que eu queria.
Passaram-se alguns dias e escutei a música novamente no rádio. Desta vez tentei usar o Shazam (a fantástica app para iPhone que reconhece músicas) para tentar descobrir a origem daquela música. Para a minha surpresa novamente, o Shazan não reconheceu a música. Quem conhece este aplicativo sabe que dificilmente ele falha.
Não me dei por vencido e fui buscar na Internet assim que tive outra oportunidade. Desta vez fui mais inteligente e pesquisei por “I gotta feeling samba” no Google. Caí em um site para download de músicas em MP3. Baixei a música. Quando a coloquei para tocar no iTunes, o mistério foi resolvido!
O autor do remix foi inteligente e colocou nas tags ID3 todas as informações necessárias para descobrí-lo = www.thiagocorrea.com. Virei fã do cara na hora e baixei todas as suas músicas e versões em Samba-Rock de diversos sucessos. Para baixar as músicas do Thiago, basta enviar um e-mail para euquero@thiagocorrea.com. Eu recomendo! Tem muito Samba-Rock de qualidade lá!
Nota 1: Se você clicou no link para a pesquisa do Google, deve ter percebido que o primeiro resultado já é o site do Thiago Corrêa. Mas, quando fiz a pesquisa pela primeira vez, não era. Provavelmente eu devo ter digitado algo errado, pois, como disse, o Google me levou a um site de MP3.
Nota 2: Enquanto estava pesquisando os conteúdos para colocar neste artigo, descobri o site Samba Rock Na Veia. Ele é o segundo na lista de resultados da busca no Google. É uma ótima referência para quem gosta de Samba Rock. Descobri ótimas raridades por lá!
Desde então, tanto a versão original quanto a em Samba-Rock têm sido minhas trilhas sonoras preferidas para fazer musculação. Depois de comentar com meu treinador sobre minha jornada para encontrar a versão Samba-Rock, ele disse que havia recebido de um amigo um vídeo com uma paródia hilária da música. Ele me encaminhou ontem. Vejam aí:
O programa foi um incentivo extra para mim. Meu peso inicial foi 117,7kg. 100 dias depois foi 99,7kg!
Aproveitei o nome do desafio para mentalizar minha meta de baixar de 100kg e ficar livre do terceiro dígito!
Doei 18kg, o que equivale a R$180,00 para as entidades beneficiadas.
Devo ter sido um dos alunos que mais doou! Mas, se eu tivesse entrado no desafio no primeiro dia de pesagem oficial, eu teria doado bem mais! Todos sabem que quando mudamos nossos hábitos alimentares, os resultados em termos de perda de peso são mais expressivos nas primeiras semanas. Entrei no Desafio 2 semanas após o seu início e já tinha perdido mais de 6 kilos.
Este post estava em meus rascunhos desde o final do ano passado. Era para ser o post comemorativo da volta aos 2 dígitos. Estava aguardando ficar definitivamente livre do 3º dígito para publicá-lo. O problema é que empaquei nos 100kg desde então.
Acho que mentalizei demais o número 100! Subestimei o poder da Programação Neurolinguística.
Desde dezembro do ano passado meu peso vem oscilando em torno de 100kg. Há dias em que acordo com 2 dígitos de peso e vou dormir com 3 dígitos.
Apesar de ter parado de perder peso, tenho ganhado massa magra (músculos) e perdido massa gorda. Dizem que os músculos pesam 4 vezes mais que a gordura. Pelo menos posso usar esta desculpa.
Vamos ver se agora que publiquei o post, eu consigo desprogramar em minha mente a barreira do número 100!
Até que enfim! Agora tenho banda larga fixa em casa!
E chega via fibra ótica! Umas das primeiras instalações GPON (Gigabit Passive Optical Network) FTTH (Fiber to the Home) de Minas Gerais e talvez do Brasil! Chique demais!
Não dependo mais dos modens 3g para surfar na web!
Tá certo que é um atendimento provisório enquanto a operadora definitiva negocia as licenças para operar todos os serviços – telefone, banda larga e TV por assinatura – aqui no Vale dos Cristais em Nova Lima.
Mas a emenda saiu melhor do que o soneto! Vejam o resultado da Speedtest.net:
Se continuar assim, vou preferir ficar com o atendimento provisório da Infovias!
Update: Fiz um novo teste agora e a performance foi melhor ainda!
Se fosse no Brasil, a julgar pela quantidade de downloads, muito provavelmente o Presidente Lula seria interrompido por um sonoro “Você não vale nada mas eu gosto de você!”
Putz! Seria super apropriado para o momento!
Será que a carapuça iria servir?
Qua qua qua quá!
Além do truetone MP3, o ringtone também poderia ser em versão monofônico:
Ou polifônico:
E se, assim como fez o Obama, o Lula perguntasse:
— Só por curiosidade, onde vocês conseguem estes ringtones?
A resposta seria:
— Na loja mais próxima de você que existe – no seu celular.
E a “lojinha de musiquinhas” provavelmente seria powered by Takenet.
Nota: A música é de autoria de Dorgival Dantas. Interpretada pela banda Calcinha Preta, ficou famosa como o tema da Norminha na novela Caminho das Índias da Rede Globo. Este animado forró também faz parte da trilha sonora do filme Chega de Saudade, dirigido por Laís Bodanzky. Ela é interpretada no filme pela Banda Luar de Prata com Elza Soares e Marku Ribas. Vejam o videoclipe abaixo:
Oficialmente, de acordo com a data do primeiro contrato social, a Takenet completou hoje 10 anos de vida!
Extra-oficialmente, começamos uns 2 ou 3 meses antes. Vejam como foi:
Meu irmão Roberto e nosso amigo Daniel se conheceram quando fizeram CPOR – Centro de Preparação de Oficiais da Reserva. Alguns anos depois, o Daniel encontrou o meu tio Toninho na pós-graduação de marketing da UFMG.Ele chegou perto do Toninho e perguntou: — o senhor é pai do Roberto. Não é? (Ou seja, o Daniel se aproximou do Toninho por tê-lo confundido com o meu pai.)
Na época, os três – Toninho, Daniel e Roberto – tinham em comum o interesse em empreender. Foi desse interesse que surgiu em 1997 a TakePhone, loja de telefones celulares credenciada da Telemig Celular - hoje Vivo Minas.
A TakePhone começou com um quiosque dentro da UFMG e cresceu exponencialmente até virar uma rede de 13 lojas espalhadas por BH e pelo estado de Minas Gerais. Estávamos vivendo um boom na Telefonia Celular – privatização, leilão de novas bandas de frequência, digitalização das redes, etc. Empolgados com o crescimento, os três seguiram empreendendo e fundaram uma assistência técnica autorizada da NOKIA que chegava a consertar 4 mil telefones por mês!
Como o grupo empresarial já estava começando a tomar corpo, eles perceberam que precisavam de um ERP – software de gestão empresarial. Então sondaram a possibilidade de eu e o Sérgio (que na época trabalhávamos com software na empresa do meu pai, a Analógica) desenvolvermos o tal ERP. Mas, conversa vai e conversa vem, percebemos que estávamos diante de uma grande oportunidade e excepcionalmente bem posicionados:
Conhecíamos o que rolava nas Operadoras através do nosso contato com a Telemig;
A assistência técnica nos propiciava um relativo domínio do hardware e firmware dos celulares, bem como o acesso antecipado aos novos modelos que seriam lançados no mercado pela NOKIA;
Este relacionamento estreito com a NOKIA também nos garantia o acesso privilegiado a algumas informações que, de outra forma, seriam bem mais difíceis de conseguir – documentação sobre protocolos de comunicação, roadmap de novos recursos dos celulares, etc;
Dominávamos o estado da arte em desenvolvimento de software de comunicação de dados por nossa experiência na Analógica – uma empresa de instrumentação, controle e automação industrial;
E, mais importante de tudo, conhecíamos os anseios dos consumidores através do dia-a-dia no atendimento nas lojas e na assistência técnica. (A história que contei no artigo “Musiquinhas Matadoras” demonstra como este conhecimento do público foi importante pra gente.)
Ou seja, estávamos com a faca e o queijo na mão!
Nós 5 – eu, Toninho, Daniel, Roberto e Sérgio – juntamos tudo isto e começamos a Takenet no segundo trimestre de 1999!
Pouco tempo depois, embarcaram na aventura empreendedora o Bruno (vulgo Brubru) que era o “TI Master” da TakePhone e o André Minelli que era colega do Sérgio na faculdade de Computação. Os dois foram os primeiros funcionários da Takenet e logo se tornaram sócios também.
Oficialmente, fundamos a Take no dia 27 de Julho de 1999.
Acho que foi mais ou menos assim.
Para comemorar, eu fiz uma edição amadora juntando alguns vídeos de nossa pequena grande trajetória:
É isso aí!
Parabéns Takenet! Muita paz! Muita saúde! Muito dinheiro! E muitos e muitos anos de vida!
Alguns amigos que não me vêem há algum tempo têm me pedido para colocar uma foto atual aqui no Blog.
Bom, na semana retrasada eu tive a oportunidade de viajar para a mesma praia em que estive em Julho do ano passado – a Praia do Forte, Bahia. Tirei algumas fotos para poder comparar com a foto que publiquei no artigo “Igreja Esférica dos Adventistas do 3º Dígito”.
Estou morando em um condomínio nos arredores de BH que ainda não tem banda larga fixa.
A solução foi comprar um destes pacotes de banda larga 3G.
Estava usando a banda larga da Claro que é muito boa mas tem um grande defeito – franquia de apenas 1GB de dados. Se você ultrapassa este limite, a velocidade é reduzida a 128kbps apenas – uma carroça.
Para um heavy user com eu, 1GB não é nada. Uma ou duas atualizações do sistema operacional já consomem quase toda a franquia. Não sobra nada para baixar músicas, podcasts, etc…
Por indicação de meu irmão, resolvi testar o Oi Velox 3G. A vantagem da Oi é que a franquia é 10x maior, ou seja, 10GB de dados por mês. E o melhor de tudo é que, se você aderir ao plano Oi Conta Total e morar em um local que não pode ser atendido pelo Velox fixo, a franquia é ilimitada!
Mas, como nada é perfeito, o modem da Oi – o ZTE MF626 – não tem suporte oficial para o Mac OS. Pesquisando na Internet encontrei este post – Modem ZTE MF626 3G da Oi no Mac! – que indica baixar o discador de uma operadora Australiana.
Funcionou perfeitamente. Mas, não satisfeito, fui pesquisar no site da ZTE para verificar se havia alguma informação. Por uma grande coincidência, eles tinham acabado de publicar na área de download um discador da Claro para este modem com versões para Windows, Mac e Linux. Baixei o discador para Mac e alterei as configurações de conexão para os dados da Oi:
Telephone Number: *99***1#
Username: oi
Password: oi
APN: gprs.oi.com.br
DNS: Automático
PDP: Automático
Authentication Mode: PAP
Por ironia do destino, estou conectado na Oi usando um discador da Claro! Que doidera!
Escrevi este artigo no meu MacBook Air conectado via Oi Velox 3G. Vejam o resultado do teste de velocidade:
Espero que a ZTE lance em breve um discador oficial da Oi compatível com Mac.